Petrópolis - Itaipava


Tiramos uns dias de férias no final de setembro e subimos a serra fluminense para um descanso mais que merecido num lugar com clima mais ameno. O destino era Itaipava, distrito de Petrópolis.





Subimos a serra sem pressa. Paramos no Mirante do Cristo que, além de um ponto para esticar as pernas, beber ou comer alguma coisa, oferece belíssima vista das montanhas e até do Rio de Janeiro.












Em cerca de pouco mais de uma hora estávamos em Itaipava. Mas não esperava encontrar trânsito na histórica Estrada União e Indústria que atravessa o distrito ligando-o a Petrópolis. Acho que tira o brilho do lugar. Fico imaginando Itaipava sem aquela estrada lotada de carros e engarrafamento.

Nossa primeira parada foi no Centro de Informações Turísticas, logo na entrada de Itaipava onde pegamos panfletos de locais interessantes desde lojas a restaurantes.

Mas Itaipava é famosa mesmo pelo seu clima agradável, boa gastronomia, pousadas sedutoras, lojinhas com objetos de arte e decoração e antiquários.

Nos hospedamos na charmosa Pousada Altenhaus, que oferece desconto de 50% para hospedagem durante os dias da semana. Fizemos a nossa reserva pelo Booking.com.



Um funcionário da pousada nos contou que o casarão, construído em 1953, foi propriedade de um empresário do ramo imobiliário. O projeto foi encomendado ao arquiteto carioca Sérgio Bernardes, que planejou ambientes amplos e bem iluminados. O belo jardim ao redor da piscina tem projeto de Roberto Burle Marx.













A Altenhaus – “casa velha” em alemão – virou pousada em 2004. A decoração tem bom gosto, com peças de design e alguns toques rústicos.
















Ficamos em um dos charmosos chalés com cama king-size, banheira de hidromassagem e travesseiro de pena de ganso. Tudo que a gente merecia para esquecermos de vez o stress dos últimos meses...








Mas a pousada tem um “porém”. Ou melhor, dois: o clima frio da cidade – a temperatura caiu para 9º no nosso último dia na cidade – pede água quente na pia. Ô se pede! Esse detalhe é uma reclamação recorrente nas avaliações do Booking. 



E outra: o banheiro do chalé que ficamos, o de número 11, precisa ur-gen-te-men-te de um conserto no fecho da veneziana. Ninguém merece tomar um banho quentinho com um vento congelante entrando pela fresta, né?

Depois do check-in aproveitamos a tarde livre para conhecer a BR-495, estrada que liga os municípios de Petrópolis (Itaipava) e Teresópolis (Bairro do Quebra-Frascos) em seus sinuosos 33 quilômetros de extensão.

Cheia de curvas fechadas e rampas íngremes, sua pavimentação é 80% de concreto visando a segurança dos motoristas. A altitude máxima da estrada é de 1500 metros.

A parte boa é que essas características a tornam uma estrada muito gostosa de dirigir, proporcionando momentos muito agradáveis e com muitas paradas para fotos.











No próximo post comentaremos como foi o nosso passeio no Centro Histórico de Petrópolis.

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