Alagoas – Maceió

Resolvemos conhecer o litoral brasileiro compreendido entre Maceió e Recife e, para isso pegamos o nosso voo para a capital alagoana, que seria a nossa primeira base.




Chegando no Aeroporto Zumbi dos Palmares, rumamos para a Localiza onde retiramos o nosso carro. As vias que saem do aeroporto rumo a Praia de Pajuçara (trajeto de cerca de 45 minutos) são cheias de radares de velocidade de 50 km e 60 km. Alguns bem sinalizados, outros não. Fique atento!
Nos hospedamos no excelente Hotel BWP Best Western Premier, localizado na praia de Pajuçara. Ótimo atendimento. O hotel oferece duas águas e sachês de café de cortesia todos os dias. Porém o estacionamento é pago.
O hotel possui piscina, spa, academia, bar, sala de jogos, além de uma bela vista da praia. O café do hotel é bom, sem nada de extraordinário. Vários tipos de sucos com frutas da região, pratos quentes, queijos, presuntos, variedades de pães, etc.


Saímos para uma volta pela orla de Pajuçara e aproveitamos para tirar umas poucas fotos.

Paramos para fazer uma boquinha no Parmeggiano. O atendimento foi confuso. Pedimos casquinha de Siri, isca de peixe e uma Budweiser.

Por falar em comida, uma boa pedida em Maceió é ir até o Massarella, restaurante italiano em Jatiúca, com estacionamento gratuito. Pedimos um antepasto de berinjela com chopp da Brahma e uma pizza. Local agradável, atendimento eficiente e boa comida.

Outro excelente restaurante em Maceió é o Maria Antonieta, também em Jatiúca. O Maria Antonieta é um restaurante elegante, com bons vinhos e cardápio italiano. Pedimos um risoto de aspargos com parma e um nhoque com queijo. A comida estava deliciosa. Bebemos um frisante italiano sugerido pelo maître com um bom preço, mas que não agradou muito. Para arrematar, um tiramisu.

Para passear, começamos por Barra de São Miguel, no litoral sul, cerca de 30 minutos da capital. A estrada é boa, porém movimentada. Escolhemos o Praêro Beach Club para conhecer. R$25 por pessoa fora de temporada durante a semana, mas chega a R$ 50 nos finais de semana por pessoa. O local é simples, mas confortável. Oferece lounges com rede, espreguiçadeira, ombrelone, piscina e chuveirão. As cervejas são a Einsenbahn, Devassa, Baden Baden e Skin. O cardápio tem almoço e petiscos. Pedimos um aipim frito.





Saímos de lá, demos uma voltinha na vila e partimos para Praia do Gunga.
Antes paramos no Mirante do Gunga, que é um mirante de ferro que cobram pela subida (R$3,00). Cinquenta degraus depois você tem uma vista maravilhosa de coqueiros e do encontro da lagoa do Roteiro com a Praia do Gunga. Ali também tem restaurante e uma feira de artesanato com preços melhores que os da feira de Pajuçara.



De lá, descemos para a Praia do Gunga.  O estacionamento, gigantesco, é pago. Os valores variam de acordo com o tamanho do veículo. Carro de passeio custa R$15. A Praia é cheia de quiosques, porém sem o charme e o conforto do Praêro, mas também não se denominam Beach Club. A Praia, no entanto, parece melhor. Demos só uma passeada pela Praia e tiramos umas fotos.



Para finalizar o passeio pelo litoral sul, partimos para almoçar no Bar do Pato à beira da lagoa da Massaguera. Do Gunga até lá levamos menos de 20 minutos. O local é cercado de restaurantes e o Bar do Pato tem bom atendimento e boa comida. Pedimos casquinha de siri e uma camarãozada, que nada mais é do que uma moqueca de camarão com dendê e leite de coco acompanhada de pirão e arroz.

Nossa estadia na capital alagoana foi bem curta, pois precisávamos dedicar mais tempo a outras praias desconhecidas para nós, como São Miguel dos Milagres, que será tema do nosso próximo post. Até lá!

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