São Paulo - Bourbon Convention Ibirapuera


Gostamos de planejar nossas viagens com bastante antecedência. E essa já tinha tanto tempo, que nem me lembro mais quando começamos a planejá-la. Conseguimos a passagem baratinha, baratinha. O hotel, reservado pelo Booking, também estava com preço ótimo. São as vantagens de não deixar tudo pra última hora. E no último feriado da independência partimos para São Paulo.

Desta vez escolhemos ficar em Moema, no Bourbon Convention Ibirapuera.




O hotel é super bem localizado, bem pertinho do aeroporto de Congonhas – pagamos R$ 17,00 de táxi –, ao lado (mas ao lado mes-mo!) do Shopping Ibirapuera e próximo ao supermercado Pão de Açúcar. Fora que, se você estiver com vontade de fazer uma caminhada de uns 25 minutos, você chega fácil, fácil ao Parque do Ibirapuera. Ah! Como pude me esquecer! O hotel fica à duas quadras da Meca dos sapatos em São Paulo, a Shoestock.



O Bourbon Ibirapuera é um hotel grandão – tem 656 apartamentos – e atendimento atencioso e profissional. Me parece excelente para quem viaja a negócios, mas não decepciona nem um pouquinho quem vai a passeio. Nosso apartamento era espaçoso e tinha dois ambientes: o quarto e um escritório. A cama era confortável, lençol, edredon e fronhas branquinhas e cheirosas e a iluminação indireta bem aconchegante. E tinha dois banheiros (!).







A região de Moema é rota de pouso e decolagem dos voos que chegam e partem de Congonhas, e o hotel fica na avenida Ibirapuera (movimentadíssima), esquina com a rua Moaci, mas o isolamento acústico dos apartamentos não deixa entrar o barulho externo. Depois de um dia inteiro batendo perna pela cidade, o que você mais quer é dormir o sono dos justos, sem ruído de fora para atrapalhar seu descanso, não é?


O café da manhã é bem completo, com opções de itens quentes e frios. Vários tipos de pães, dois tipos de suco, frutas variadas, bolos, queijos e embutidos. Apesar de o restaurante ser grande, ficávamos rodando um pouquinho até achar uma mesa vaga, mas nunca tivemos que ficar esperando por muito tempo.




Um hotel grande assim tem que ter cuidado extra com a segurança. O nosso cartão-chave do apartamento só nos dava acesso ao andar onde estávamos hospedados e para isso, uma vez dentro do elevador, tínhamos que inserir nosso cartão, receber o sinal verde, para, só depois acionar o andar do nosso apartamento.

O hotel também tem fitness center, centro de convenções, restaurante, bar, sauna e piscina. E tem também wi-fi grátis.





Para o check-out eles oferecem um serviço que achamos bem interessante: o Express Check Out. É assim: no ato do check-in você informa que quer fazer o Express Check-Out. Aí, no dia da sua saída, eles deixam no seu apartamento um envelope contendo o resumo das suas despesas, uma comandinha de frigobar e uma autorização de débito em seu cartão de crédito que você deverá preencher e assinar. Se você consumiu alguma coisa do frigobar depois dessa prévia, você marca na comandinha e será somado a sua despesa. Depois você coloca o envelope com todos esses documentos numa urna que fica no lobby e está livre, leve e solto para ir embora! E, acredite, é uma “mão na roda” pra evitar aquelas filas chatééérimas do check-out.

Só que: 1) não informaram nada pra gente no ato do check in. Quando soubemos da possibilidade já era véspera da nossa saída. Mas mesmo assim foi possível solicitar o serviço. Na madrugada anterior a nossa saída o envelope “entrou” por debaixo da porta do nosso quarto, e 2) o resumo das nossas despesas veio com um equívoco. Cobraram o ISS novamente, uma vez que, de acordo com nossa reserva do Booking, já estava incluído no valor final das diárias. Mas isso foi rapidamente resolvido no balcão e pudemos fazer nosso Express Check-out (neste nosso caso nem tão express assim) e pudemos zarpar sem pegar fila nenhuma!



Pra não dizer que foi tudo 100% “chuchu beleza”, nossa estadia teve um porém. Esqueci um frasco de remédio na mesa do café na primeira manhã no hotel. Quando dei a falta do danado, estávamos a caminho do Parque Ibirapuera e não achei necessário voltar do nosso passeio por conta de um medicamento, que, a princípio, não seria útil a mais ninguém num raio de 10km. Na volta passei no restaurante para saber dele. Um garçon achou. Deixou na recepção do restaurante. A recepcionista do restaurante não achou nas gavetas. Disse que poderia estar na recepção. Não recepção ninguém ouviu falar do meu remédio e que talvez estivesse na governança. A governança informou que nenhum medicamento “assim-assado” deu entrada por lá e que era pra eu ver no restaurante. Me mostraram tudo que foi achado no restaurante naquela manhã. Mas meu remédio mesmo, necas!

Não tivesse aquele remédio me custado umas belas dezenas de reais, teria deixado pra lá, sabe? Mas no dia seguinte tentamos novamente perguntar no restaurante. Um garçon achou. Deixou na recepção do restaurante. A recepcionista do restaurante não... Enfim, meu remédio foi abduzido e eu tive que comprar outro. Acontece.

Episódio do fármaco desaparecido superado, voltaríamos a nos hospedar no Bourbon Convention Ibirapuera de novo, de novo e de novo.

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