Ilhas Cook – Aitutaki e Rarotonga


Neste post falaremos das Ilhas Cook, mais especificamente Aitutaki e Rarotonga, ilhas que visitamos durante nossa viagem de 11 dias a bordo do M/S Paul Gauguin pela Polinésia Francesa e Ilhas Cook.



A primeira ilha que visitamos foi Aitutaki que tem uma população de 1.700 habitantes. Aitutaki é conhecida por suas belas praias e motus, como Motu Maina e Tapuaetai também conhecida por One Foot Island.

Aitutaki tem 7 vilas, pequenas comunidades, sem comércio, sem muito para ser ver. Para quem quiser se locomover em Aitutaki, a melhor opção, quase que a única, é alugar uma scooter na vila de Arutanga, que é o meio de transporte mais comum na ilha. O principal ponto turístico da cidade é a igreja cristã de Arutanga, a mais antiga da vila. A ilha só tem uma estrada que a circunda por completo.

Foto retirada do COOK ISLANDS GUIDE

Para quem não quiser alugar uma scooter, a opção é usar o serviço de vans locais, que não têm horários estabelecidos.

O Maunga Pu é o ponto mais alto da ilha e de onde se tem uma fantástica vista 360º do lagoon.

Foto retirada do COOK ISLANDS GUIDE

Em nossa parada na ilha fizemos o passeio “Lagoon Cruisewith Beach Break” que consistia em realizar snorkel e desfrutar das belas praias e motus que ficam no Lagoon de Aitutaki, finalizando com um belo churrasco de peixe em One Foot Island. Aitutaki é a ilha com o maior lagoon nas Ilhas Cook. O lagoon é imenso, em comparação com o tamanho da ilha.

Saímos do navio e fomos a ilha de tender. Em seguida, na vila de Arutanga, embarcarmos em um catamarã que seria o nosso meio de locomoção durante o passeio.






A primeira parada seria para fazer snorkel em um local específico no lagoon, onde poderíamos ver as Giant Clams, que são os maiores moluscos da terra, podendo chegar a 1 metro de comprimento. Porém, quando nos deparamos com a beleza do lagoon de Aitutaki, decidimos parar no paradisíaco Motu Maina para aproveitar aquele lugar maravilhoso.

O motu tem uma faixa grande de areia com muitas conchas e corais. Uma água de um azul intenso e com uma temperatura ótima. No centro da ilha, uma vegetação tropical cheia de coqueiros, dá ao lugar uma beleza estonteante. Tem uma escola de kite surf e só! Nos separamos do grupo e fomos andando pela ilha. Aqui a natureza é preservada e protegida, com pouquíssimas intervenções do homem.









Depois de aproveitarmos bastante as águas daquele lugar paradisíaco, pegamos o barco e fomos para One Foot Island, que tem a menor agência de correios do mundo, onde você pode enviar um cartão postal (sim, um cartão postal) ou ter seu passaporte estampado com um símbolo de um pé. Dizem que a ilha tem esse nome porque, vista de cima, tem o formato de um pé estilizado. Chegando lá pegamos nosso carimbo no passaporte (US$2). Era ali que iríamos almoçar. Comemos um churrasco de peixe com salada, frutas e legumes cozidos, incluídos no preço no passeio. Bebidas eram pagas.




Depois ficamos aproveitando um pouco aquele paraíso e fizemos um pouco de snorkel.











Às 14h30min partimos de volta para a pequena vila de Arutanga. Lá não pegamos logo o tender para o navio, pois resolvemos andar um pouco por lá. Notamos que não tinha atrativo algum, pelo menos por ali, perto do cais. Tem um centro de informações turísticas, caixas eletrônicos e poucas lojas. Paramos em uma loja onde compramos um imã de geladeira. Aceitavam cartão de crédito, mas com pagamento mínimo de US$10. Pagamos em dólares, mas o troco foi em moeda neozelandesa.


Nesses portos, a maioria deles muito pequenos, com somente um pequeno píer para atracamento, a Paul Gauguin monta uma pequena base com tenda, água gelada, suco e toalhas fresquinhas para quem volta dos passeios ou simplesmente ficou andando pela vila. Também fica sempre um Gauguin ou Gauguine para recepcionar, servir e organizar. Neste dia quem estava lá era Kuanui, que tocou e cantou uma música Polinésia com seu ukulelê.



Seguimos viagem e no dia seguinte paramos em Rarotonga, a maior e a mais populosa ilha (10.000 habitantes) e capital das Ilhas Cook.

De origem vulcânica, a ilha tem 32km de circunferência e uma área de 67,19 km². Mais desenvolvida que Aitutaki, tem também mais pontos de interesse como a vila de Avarua, com seu comércio e restaurantes onde se pode encontrar boa comida local e Muri Beach, que tem vários hotéis e resorts e de onde saem vários passeios de barco. Em Avarua, perto do porto, você tem o posto de informações turísticas. Ao redor você também vai encontrar locadoras, táxis e transporte público, caso prefira. Os ônibus circulam em duas linhas, uma fazendo o sentido horário, outra o sentido anti-horário. Não espere encontrar ponto de ônibus. É só acenar que o motorista para. Para chegar a Muri Beach, além dos meios citados acima, a ilha também oferece shuttles. Caso decida por alugar um carro, você vai precisar de uma licença para dirigir em Rarotonga. Para isso você vai precisar pagar uma taxa e se apresentar às autoridades locais. O ponto mais alto da ilha é Te Manga, com 658m de altitude.

Foto retirada do COOK ISLANDS GUIDE

O passeio que fizemos em Rarotonga foi o “Muri Lagoon Cruise”, um passeio de barco com fundo de vidro, incluindo uma parada para mergulho, finalizando com um pequeno lanche em um motu.

Assim que desembarcamos na ilha de Rarotonga paramos para tirar fotos na placa de boas-vindas.


Em seguida pegamos um micro-ônibus e fomos para Muri Beach. O lugar, de colonização inglesa, tem o sentido de circulação pela esquerda, mais conhecida como “mão inglesa”.

Chegando lá pegamos o barco com fundo de vidro de onde veríamos a bela vida marinha da região. Paramos para mergulho em um ponto da Muri Lagoon.






Ficamos parados por um tempo e depois fomos para um pequeno motu de frente para Muri Beach, onde nos ofereceram frutas, sucos e música. Passeamos por ali um pouquinho e tiramos algumas fotos.









Após o passeio resolvemos dar uma volta na pequena vila de Avarua para procurarmos alguma lembrança de Rarotonga, mas não encontramos nada de especial.


De volta ao navio, ainda presenciamos um belo arco-íris sobre a ilha de Rarotonga.



No próximo post voltaremos a falar da Polinésia Francesa. Até lá!


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